Se for possível deve ser usada a vitamina K oral, porque se o plano prescrito for cumprido é eficaz e menos invasiva.

A vitamina K injetável serve para garantir que não há possibilidade de falha no plano terapêutico, que poria em risco a criança.

A pergunta deve antes ser: existe certeza de que os pais vão cumprir as tomas? Se sim, a forma oral é a melhor, porque quando bem tomada oferece menos riscos.

Quando existe dúvida ou é provável que os pais falhem algumas doses, é melhor a forma injetável, porque os riscos são menores do que os que ocorrem em caso de toma incorreta da oral.

É um processo obrigatório?

Não é obrigatório mas está no protocolo. Existem pediatras que não se sentem confortáveis em dar alta a um bebê que não recebeu vitamina K injetável, porque não se querem responsabilizar por uma possível hemorragia grave do bebê a quem deram alta “sem cumprir todos os requisitos”.

Na bula atual do konakion por exemplo, não vêm instruções para administração oral. E é por isso que não é dada essa escolha aos pais no hospital.

Mais uma vez, é uma questão de ponderação: em alguns países dão a escolher aos pais aquilo com que se sentem mais confortáveis e, por exemplo, na Holanda, a recomendação é de administração oral.

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